Rodovia Gastão Dal Farra, km 4 - Botucatu
(14) 99754-6694 | contato@muma.org.br
Aberto ao público: Sábado das 15h às 18h
Programa Guarani

O Programa educativo de divulgação, valorização e geoconservação do Sistema Aquífero Guarani (SAG) foi concebido com a finalidade principal de divulgar amplamente as características especiais, a qualidade, os volumes acessíveis, as iniciativas voltadas para disciplinar as ações humanas e sobretudo as ameaças à integridade das águas de um vasto reservatório transfronteiriço que pode abastecer numerosas cidades de quatro países sul-americanos.

O Sistema Aquífero Guarani (SAG) é considerado um dos maiores reservatórios  subterrâneos de água doce e potável  do planeta. Com área de aproximadamente 1,2 milhões de km2, abrange parte do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Formado há cerca de 130 milhões de anos, no Cretácio Inferior, é constituído, predominantemente, por arenitos de granulação média e fina, depositados pela ação eólica, em um ambiente desértico, do período Triássico-Jurássico. Essas rochas areníticas estão saturadas com água e encontram-se, quase em toda a sua extensão, cobertas pelas rochas basálticas da Formação Serra Geral. Quando estão sobrepostas pelas rochas basálticas, as águas subterrâneas do SAG formam o  aquífero confinado e, quando estão em sua porção aflorante está disposta em forma de aquífero livre. O município de Botucatu, situado no interior do Estado de São Paulo, está localizado sobre uma das grandes áreas de recarga do SAG do Estado.

O programa é aberto à participação de especialistas, pesquisadores, profissionais e outros interessados que contribuam na organização de atividades e ações educativas destinadas a sensibilizar a população, instâncias do poder público e comunidades locais quanto à necessidade, sobretudo no Brasil, de se impedir ou pelo menos minimizar ações capazes de comprometer a integridade do SAG.

O Programa educativo de divulgação, valorização e geoconservação do Sistema Aquífero Guarani (SAG) foi concebido com a finalidade principal de divulgar amplamente as características especiais, a qualidade, os volumes acessíveis, as iniciativas voltadas para disciplinar as ações humanas e sobretudo as ameaças à integridade das águas de um vasto reservatório transfronteiriço que pode abastecer numerosas cidades de quatro países sul-americanos.

O Sistema Aquífero Guarani (SAG) é considerado um dos maiores reservatórios  subterrâneos de água doce e potável  do planeta. Com área de aproximadamente 1,2 milhões de km2, abrange parte do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Formado há cerca de 130 milhões de anos, no Cretácio Inferior, é constituído, predominantemente, por arenitos de granulação média e fina, depositados pela ação eólica, em um ambiente desértico, do período Triássico-Jurássico. Essas rochas areníticas estão saturadas com água e encontram-se, quase em toda a sua extensão, cobertas pelas rochas basálticas da Formação Serra Geral. Quando estão sobrepostas pelas rochas basálticas, as águas subterrâneas do SAG formam o  aquífero confinado e, quando estão em sua porção aflorante está disposta em forma de aquífero livre. O município de Botucatu, situado no interior do Estado de São Paulo, está localizado sobre uma das grandes áreas de recarga do SAG do Estado.

O programa é aberto à participação de especialistas, pesquisadores, profissionais e outros interessados que contribuam na organização de atividades e ações educativas destinadas a sensibilizar a população, instâncias do poder público e comunidades locais quanto à necessidade, sobretudo no Brasil, de se impedir ou pelo menos minimizar ações capazes de comprometer a integridade do SAG.

Teatro e Projeto do Trailer Itinerante

Com a realização pelo MuMA – Museu de Mineralogia Aitiara e apoio do ProAc – Programa de Ação Cultural da Secretaria Estadual de Cultura do Estado de São Paulo, foi inaugurado no dia de aniversário da cidade de Botucatu (14 de abril) uma exposição do Aquífero Guarani, montada sobre um trailer.

A exposição Proteção das Águas, Opção pela Vida: Aquífero Guarani, Patrimônio Geológico, idealizada pelo MuMA e pelo Programa Guarani, tem na educação ambiental e na divulgação científica os seus principais objetivos. A iniciativa contempla uma apresentação teatral sobre a formação geológica do SAG, que acontece em palco formado por uma parede lateral que desce e se apoia em estrutura metálica.

Teatro e Projeto do Trailer Itinerante

Com a realização pelo MuMA – Museu de Mineralogia Aitiara e apoio do ProAc – Programa de Ação Cultural da Secretaria Estadual de Cultura do Estado de São Paulo, foi inaugurado no dia de aniversário da cidade de Botucatu (14 de abril) uma exposição do Aquífero Guarani, montada sobre um trailer.

A exposição Proteção das Águas, Opção pela Vida: Aquífero Guarani, Patrimônio Geológico, idealizada pelo MuMA e pelo Programa Guarani, tem na educação ambiental e na divulgação científica os seus principais objetivos. A iniciativa contempla uma apresentação teatral sobre a formação geológica do SAG, que acontece em palco formado por uma parede lateral que desce e se apoia em estrutura metálica.

O trailer e o museu itinerante percorreram praças públicas e escolas, com a finalidade de promover nas escolas públicas de Botucatu e região as seguintes atividades:
O trailer e o museu itinerante percorreram praças públicas e escolas, com a finalidade de promover nas escolas públicas de Botucatu e região as seguintes atividades:
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1 – Por meio da arte teatral, a peça “Mãe Terra” conta a história geológica da formação do Sistema Aquífero Guarani, faz o público escolar refletir sobre a “memória da Terra”, suas transformações, o antigo deserto Botucatu, o derrame basáltico e como as águas ficaram reservadas no arenito. Tudo acontece de forma lúdica, musical e bem humorada.

O Projeto foi apresentado em muitas escolas de Botucatu e já atingiu cerca de 5.000 alunos do ensino fundamental e médio, levando o conhecimento da geologia e a importância da preservação do patrimônio geológico da região, as Cuestas Basálticas. O Projeto tem como esteio a possibilidade de deslocamento de um “museu”, que facilitando sua visibilidade, tornando a informação democrática e levando o conhecimento científico para fora dos muros da Academia.
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1 – Por meio da arte teatral, a peça “Mãe Terra” conta a história geológica da formação do Sistema Aquífero Guarani, faz o público escolar refletir sobre a “memória da Terra”, suas transformações, o antigo deserto Botucatu, o derrame basáltico e como as águas ficaram reservadas no arenito. Tudo acontece de forma lúdica, musical e bem humorada.

O Projeto foi apresentado em muitas escolas de Botucatu e já atingiu cerca de 5.000 alunos do ensino fundamental e médio, levando o conhecimento da geologia e a importância da preservação do patrimônio geológico da região, as Cuestas Basálticas. O Projeto tem como esteio a possibilidade de deslocamento de um “museu”, que facilitando sua visibilidade, tornando a informação democrática e levando o conhecimento científico para fora dos muros da Academia.
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2 – Na parte interna do trailer, organizaram-se informações, ilustradas com material educativo, que são trabalhadas por monitores e professores; os itens presentes são: uma exposição com rochas e minerais, uma maquete interativa do sistema das águas na região das Cuestas Basálticas, uma proposta de Caminhos Geológicos na Rodovia Castelo Branco, cinco réplicas de pegadas de animais encontradas no Paleodeserto Botucatu.
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3 – A terceira parte do Projeto promove oficina para desenhar com tintas elaboradas com as terras da região, formada pelos arenitos, com cores que remetem ao deserto. Muitos tons podem surgir da mistura dessas terras, o que enriquece o trabalho e o estímulo para pintar.
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4 – A quarta e última parte do Projeto é a oficina literária, com a proposta de criação de Hai-Kai – poemas curtos para as águas profundas, inspirados nesta forma de poética japonesa.
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2 – Na parte interna do trailer, organizaram-se informações, ilustradas com material educativo, que são trabalhadas por monitores e professores; os itens presentes são: uma exposição com rochas e minerais, uma maquete interativa do sistema das águas na região das Cuestas Basálticas, uma proposta de Caminhos Geológicos na Rodovia Castelo Branco, cinco réplicas de pegadas de animais encontradas no Paleodeserto Botucatu.
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3 – A terceira parte do Projeto promove oficina para desenhar com tintas elaboradas com as terras da região, formada pelos arenitos, com cores que remetem ao deserto. Muitos tons podem surgir da mistura dessas terras, o que enriquece o trabalho e o estímulo para pintar.
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4 – A quarta e última parte do Projeto é a oficina literária, com a proposta de criação de Hai-Kai – poemas curtos para as águas profundas, inspirados nesta forma de poética japonesa.
O projeto do trailer e o teatro possuem afinidade com ações atualmente em desenvolvimento com apoio das empresas concessionárias de rodovias. Mobilidade é o tema central tanto para diversos grupos que se propõem a desenvolver trabalhos educativos como para grupos de teatro. Um modelo de ônibus – denominado BUZUM – e uma revista em quadrinhos têm sido linhas apoiadas pelas empresas, com a finalidade de levar a proposta às escolas das cidades (www.buzum.com.br).
O projeto do trailer e o teatro possuem afinidade com ações atualmente em desenvolvimento com apoio das empresas concessionárias de rodovias. Mobilidade é o tema central tanto para diversos grupos que se propõem a desenvolver trabalhos educativos como para grupos de teatro. Um modelo de ônibus – denominado BUZUM – e uma revista em quadrinhos têm sido linhas apoiadas pelas empresas, com a finalidade de levar a proposta às escolas das cidades (www.buzum.com.br).

MuMA - Museu de Mineralogia Aitiara
Rodovia Gastão Dal Farra, km 4 - Botucatu | (14) 99754-6694 | contato@muma.org.br
Aberto ao público: Sábado das 15h às 18h (ou agendamento)